Hoje eu acordei com uma vontade de ser livre, de fazer com que a realidade de muitas pessoas mude, de fazer a diferença e de me livrar de tudo aquilo que me prende aqui.
As coisas estão destinadas a ser assim? Nascer, crescer e morrer em Ipatinga? Isso não me parece justo, eu sinto que tenho muito mais pra viver, existem muitas coisas que eu quero ver.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Miguel e Isabella.
"Navios são enjoativos. Não navios em si, mas o movimento que eles realizam: para cima e para baixo repetidas vezes. De qualquer forma, navios são enjoativos."
Mesmo passando a infância inteira dentro de navios luxuosos, iates caríssimos e em lanchas habituais, Miguel não conseguia gostar do mar. Mares, lagoas, cachoeiras... Água, o problema de Miguel Gandola era com água. Banho? Sim, tomava três por dia. Natação? NUNCA! Piscinas são perigosas demais.
Não se sabe ao certo de onde veio esse pânico que Miguel tem de entrar na água, sabe-se apenas que ele não toca em água.
Em dois dias sua família mudaria para o Brasil mas, como os planos não incluiam morar no litoral, Matthew e Aly Gandola decidiram que todos fariam um último passeio pelo Mar Territorial Inglês e isso inclui, claro, Miguel.
Talvez esse passeio não fosse uma coisa tão ruim, talvez fosse o fim de uma etapa e o começo de outra completamente diferente.
"O céu no Brasil deve ser mais claro que em Londres. Aqui tudo é depressivo, sério, opressor. Às vezes penso que sou uma mímica destinada a nunca sair de dentro da minha própria caixa invisível: solitária, muda e insignificante."
Deitada no sofá do navio de seus pais, Isabella pensava em como seria a vida no Brasil: se seria monótona igual a sua vida na Inglaterra, ou se seria cheia de aventuras e emoções. De tempos em tempos seus pensamentos eram interrompidos pelos gemidos de seu irmão, Miguel.
Isabella Gandola: filha prodígio de Aly e Matthew Gandola, irmã gêmea de Miguel Gandola, tímida, simples e depressiva.
Do mundo todo, apenas uma pessoa parecia realmente gostar da ideia de se mudar para outro país, e essa pessoa definitivamente era Isabella.
Mesmo passando a infância inteira dentro de navios luxuosos, iates caríssimos e em lanchas habituais, Miguel não conseguia gostar do mar. Mares, lagoas, cachoeiras... Água, o problema de Miguel Gandola era com água. Banho? Sim, tomava três por dia. Natação? NUNCA! Piscinas são perigosas demais.
Não se sabe ao certo de onde veio esse pânico que Miguel tem de entrar na água, sabe-se apenas que ele não toca em água.
Em dois dias sua família mudaria para o Brasil mas, como os planos não incluiam morar no litoral, Matthew e Aly Gandola decidiram que todos fariam um último passeio pelo Mar Territorial Inglês e isso inclui, claro, Miguel.
Talvez esse passeio não fosse uma coisa tão ruim, talvez fosse o fim de uma etapa e o começo de outra completamente diferente.
"O céu no Brasil deve ser mais claro que em Londres. Aqui tudo é depressivo, sério, opressor. Às vezes penso que sou uma mímica destinada a nunca sair de dentro da minha própria caixa invisível: solitária, muda e insignificante."
Deitada no sofá do navio de seus pais, Isabella pensava em como seria a vida no Brasil: se seria monótona igual a sua vida na Inglaterra, ou se seria cheia de aventuras e emoções. De tempos em tempos seus pensamentos eram interrompidos pelos gemidos de seu irmão, Miguel.
Isabella Gandola: filha prodígio de Aly e Matthew Gandola, irmã gêmea de Miguel Gandola, tímida, simples e depressiva.
Do mundo todo, apenas uma pessoa parecia realmente gostar da ideia de se mudar para outro país, e essa pessoa definitivamente era Isabella.
Arthur.
"Brasil. Quais são as vantagens de morar no Brasil? Carnaval, samba e mulheres bonitas? Ou paisagens lindas, cultura rica e comida boa?". Dentro de um avião encontrava-se um garoto com um terrível dilema: não sabia se a mudança da sua família da Inglaterra para o Brasil era uma coisa boa ou ruim.
Arthur Miller estava cruzando o Atlântico em direção a uma nova vida. Embora estivesse habituado à mudanças de endereço, nunca havia se mudado para um lugar tão longe de sua queria cidade, Manchester, e isso o deixava apavorado. Não poderia simplesmente pegar o primeiro trem e ir em direção a Londres para ver sua namorada, Olive Grace; não poderia ver seus avós em Cambridge, sua cidade natal; não poderia ver os amigos que fizera em Liverpool, local onde ficou por mais tempo e, por último, não poderia mais fugir quando tudo desse errado.
Errado. Era exatamente assim que Arthur se sentia, errado. O mundo dá voltas e mais voltas, mas Arthur sente-se estático, imóvel, inútil.
Era dia quatro de março, aniversário de dezesseis anos de Arthur, e ele estava enfrentando um grave dilema a caminho de seu destino.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
"Como são magníficas as nossas experiências do dia a dia! O ser humano é muito abençoado por poder errar e aprender a reparar os próprios erros todos os dias mas, na maioria das vezes, antes de tentar concertar o que deu errado ele para e começa a se queixar do quanto a vida lhe é injusta.
Sinto informá-los mas, por mais que a vida pareça ser injusta, ela guarda sempre uma carta na manga que, em absolutamente todas as vezes, surpreende-nos e acaba nos mostrando outras vias, outros caminhos, que nos levarão até a tão almejada felicidade.
Eu sei que isso tudo parece uma baboseira de final de novela, que não existe isso de "felizes para sempre" mas não custa nada acreditar no dia de amanhã. Se não depositarmos nossas esperanças nas "cartinhas" que a vida tira da manga, em que acreditaremos?
Pois então que haja esperança. Que o ser humano aprenda a confiar plenamente no dia de amanhã, pois a VIDA dá voltas. Não dá para adivinhar o que acontecerá amanhã, não é mesmo?"
Bem, decidi voltar a escrever porque nada na vida da gente é completo se não tiver auxílio de algo que a gente gosta. Eu, por exemplo, mesmo não escrevendo bem, AMO escrever.
É esse meu pensamento "eu não escrevo bem" que me fez, por diversas vezes, não querer mais postar no meu blog "Ideias a Mill". Essa auto estima baixa, essa mania de me inferiorizar... São coisas em mim que eu pretendo realmente mudar. E a escrita VAI me ajudar pois é através dela que eu exponho os meus sentimentos, digo o que eu acho, faço as minhas críticas e, principalmente, é através dela que eu vou desenvolvendo a minha capacidade de pensar a respeito de determinados assuntos uma vez que se eu quero criticar ou dizer o que eu acho, eu preciso estar bem informada sobre o tema.
Enfim, o textinho de hoje foi sobre a vida, obviamente. Mas, por que sobre a vida, Fernanda Santos sua doida?
A vida tem me surpreendido muito ultimamente. Todas as suas idas e vindas, todos os seus caminhos... E, por mais que não pareça, este texto inteiro é uma auto crítica. Eu me critico por ter parado com tudo, cruzado os braços e reclamado da vida em vez de levantar a minha cabeça e seguir em frente. Hoje eu entendo apenas uma coisa: por muito tempo eu parei de viver.
Mas é o que dizem, cair todo mundo cai mas cabe à pessoa que caiu decidir se ficará no chão ou se levantará e voltará a lutar!
Sinto informá-los mas, por mais que a vida pareça ser injusta, ela guarda sempre uma carta na manga que, em absolutamente todas as vezes, surpreende-nos e acaba nos mostrando outras vias, outros caminhos, que nos levarão até a tão almejada felicidade.
Eu sei que isso tudo parece uma baboseira de final de novela, que não existe isso de "felizes para sempre" mas não custa nada acreditar no dia de amanhã. Se não depositarmos nossas esperanças nas "cartinhas" que a vida tira da manga, em que acreditaremos?
Pois então que haja esperança. Que o ser humano aprenda a confiar plenamente no dia de amanhã, pois a VIDA dá voltas. Não dá para adivinhar o que acontecerá amanhã, não é mesmo?"
Bem, decidi voltar a escrever porque nada na vida da gente é completo se não tiver auxílio de algo que a gente gosta. Eu, por exemplo, mesmo não escrevendo bem, AMO escrever.
É esse meu pensamento "eu não escrevo bem" que me fez, por diversas vezes, não querer mais postar no meu blog "Ideias a Mill". Essa auto estima baixa, essa mania de me inferiorizar... São coisas em mim que eu pretendo realmente mudar. E a escrita VAI me ajudar pois é através dela que eu exponho os meus sentimentos, digo o que eu acho, faço as minhas críticas e, principalmente, é através dela que eu vou desenvolvendo a minha capacidade de pensar a respeito de determinados assuntos uma vez que se eu quero criticar ou dizer o que eu acho, eu preciso estar bem informada sobre o tema.
Enfim, o textinho de hoje foi sobre a vida, obviamente. Mas, por que sobre a vida, Fernanda Santos sua doida?
A vida tem me surpreendido muito ultimamente. Todas as suas idas e vindas, todos os seus caminhos... E, por mais que não pareça, este texto inteiro é uma auto crítica. Eu me critico por ter parado com tudo, cruzado os braços e reclamado da vida em vez de levantar a minha cabeça e seguir em frente. Hoje eu entendo apenas uma coisa: por muito tempo eu parei de viver.
Mas é o que dizem, cair todo mundo cai mas cabe à pessoa que caiu decidir se ficará no chão ou se levantará e voltará a lutar!
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